segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011



E foi quando senti o ar frio a percorrer-me os pulmões, que me apercebi que podia respirar. Foi com este ar frio que senti na espinha um arrepio, que senti o sangue a deslizar nas minhas veias. Senti-me longe da corrente que me amarrava à mais profunda amargura e dor que alguma vez experimentei.
Bastou um pouco de vontade (pouco de muita) e alguém que me mostrasse o caminho o certo e que se preocupasse comigo para eu me [re]libertar da angústia que me proibia de respirar o oxigénio, ver as cores da vida, saborear os mais fantásticos sabores, ouvir as tuas mais doces palavras e sentir o teu conforto mais acolhedor.
Basta-te e bastas TU, meu amor. Foste tu que me deste a chave do cadeado que me permitiu ascender à terra e deixar a tormenta á no fundo, no passado. Vejo-te como o meu oxigénio, o sabor da minha vida, a minha luz, tanto de dia como de noite, é nos teus braços que vou à procura do conforto mais acolhedor.
És tu quem me basta. És tu quem me conduz pelo melhor da vida, meu amor. Peço-te que fiques comigo, fica comigo até ao FIM, faz com que ELE não exista.

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