[e depois a
chuva volta a cair sobre a culpa da serra e de novo choro o dia em
que te tentei
esquecer
num pranto de
ceifeira em busca do fim da vereda que bem sabes longe do
ínício
podando na
raiz do campo sem ligar a mais decisões de abundância tomadas
pelo Sol
desafiando os trilhos da floresta na mágica do vento que rompe as árvores
e quando a
solidão deixou de ser o que casulo que nos envolve para nos devolver à
Natureza
mas nem a
frescura dos montes mantém ávidas as nossas memórias
sinto a
vontade cada vez mais diminuta
só queria o
conforto, a alegria disfarçada de flor
poder tirar a
terra das tuas mãos impuras
conhecer o teu
trilho
dominar os
teus pensamentos
romper o azul
do céu
ser alguém,
Contigo]

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